Quem somos:

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A União do Povo de Santa Edwiges – UPSE é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 25 de julho 1989 e que se mantém com recursos de convênios e doações.

Em sua história muitas lutas se somam, a luta por moradia em sua participação história na construção do bairro do Curió; Educação de crianças da periferia com o sistema de convênio com creches nas áreas de risco do Alto da Paz e da Parangaba; Inclusão cultural na promoção de diversas atividades como a Biblioteca Comunitária, eventos juninos, cineclube, dança, teatro, cultural tradicional popular e entres outros diversos projetos e eventos executados e promovidos pela instituição.

Além de tantas lutas histórias, e do tão imenso trabalho sociocultural desenvolvido, a partir 2004 vem demonstrando interesse pela condição de desamparo social de uma parcela da sociedade: o público LGBTT (Lésbicas,Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros1.), principalmente Mulheres cis/trans, lésbicas ou bissexuais das periferias.

Hoje a instituição tem sua sede localizada no bairro do Curió, bairro na lista dos 20 bairros com menor IDH de Fortaleza, e continua seu trabalho em diversas frentes de atuação.

Inicialmente, o termo mais comum era GLS, sendo a representação para: gays, lésbicas e simpatizantes. Com o crescimento do movimento contra a homofobia e da livre expressão sexual, a sigla GLS foi alterada para GLBS, ou seja Gays, Lésbicas, Bissexuais e Simpatizantes que logo foi mudado para GLBT e GLBTS com a inclusão da categoria dos transgêneros (travestis, transexuais, transformistas, crossdressers, bonecas e drag queens dentre outros). A sigla GLBT ou GLBTS perdurou por pouco tempo pois o movimento lésbico ganhou mais sensibilidade dentro do movimento homossexual e a sigla foi alterada para LGBTS. Atualmente a sigla mais completa em uso pelos movimentos homossexuais é LGBTTTS, que significa: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Trangêneros e Simpatizantes

Em 2004, numa atividade da União do Povo de Santa Edwiges viu se muitas pessoas da comunidade LGBTQIA (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Intersexuais e Assexuados) relatando casos de preconceitos tantos dos familiares, amigos, no trabalhos e entre outras situações. Desde então, foi criado o coletivo Arte de Amar para combater o preconceito existente e também, informar a todos sobre os direitos da comunidade LGBTQIA.

O objetivo do Projeto Arte de Amar é colaborar com a ampliação e o fortalecimento do exercício de cidadania da comunidade LGBTQIA, por meio de acolhimento familiar de atividades de educação, saúde, cultura, esporte e lazer. Buscando a sensibilização contra qualquer forma de preconceito, discriminação, contribuindo para a promoção dos direitos humanos e de combate à violência, afirmando o respeito a livre orientação sexual e identidade de gênero.

São oferecidas diversas atividades, entre elas: a primeira Biblioteca LGBTQIA do Brasil, sendo premiada pelo Ministério da Cultura (inserida na rede de bibliotecas públicas municipais e sistema estadual de bibliotecas públicas), Ponto de Leitura (premiado pelo Ministério de Cultura, em 2013), Cine Clube (projeto premiado em 2010, 2011, 2012, 2013, 2015 e 2016 pela SECULT CE) , Esporte Colorida (premiado pela Casa Cívil do Governo Estado do Ceará e SECEL), Mulheres Coloridas e Mundo Colorido da Leitura (premiado pelo Ministério da Cultura, em 2014).

Para mais informações, estamos aberto de segunda à sexta, no horário comercial.

Vamos viver sem preconceito!